ABC da maternidade


Por: Paula Makdissi
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Olá mamães!!! Hoje eu trago literalmente uma “sopa de letrinhas” com palavrinhas especiais que só quem é mãe conhece!

Desde o momento em que você vê o seu teste de gravidez positivo, um universo novo se abre a sua frente, com um vocabulário todo especial e parece que precisa de um dicionário para entender.

Depois de acompanhar tantas mulheres que vivem esses momentos, nós da Intima Store resolvemos listar e compreender as principais palavras, para entender cada vez mais a realidade das nossas clientes.

Compartilhamos aqui um resumo, que pode ser um salva vidas, principalmente para as mamães de primeira viagem:

Amniocentese: exame realizado pela punção do líquido amniótico para verificar a existência de doenças genéticas e infecções. Indicado para mães com mais de 35 anos ou em caso de síndrome de Down na família.

Apgar: teste que avalia a vitalidade no recém-nascido no primeiro e no quinto minuto de vida. São analisados batimento cardíaco, frequência respiratória, cor da pele, tônus muscular e reflexo. O bebê recebe uma nota até dez, que indica se as funções estão perfeitas ou se há algo preocupante.

Assoalho pélvico: músculos localizados entre as pernas que ajudam a controlar a vagina, o ânus e a uretra e são muito importantes para o parto normal.

Baby Blues: também conhecido como blues puerperal ou melancolia puerperal, é uma tristeza muito comum no pós-parto, que está relacionada às oscilações hormonais. Tende a desaparecer espontaneamente em até 30 dias depois do nascimento do bebê.

Bebê a termo: é a denominação utilizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para designar toda criança nascida viva entre a 37ª e a 41ª semana e seis dias de gravidez. Após esse período, chama-se pós-termo.

Bebê pélvico: trata-se do bebê que, dentro do útero, permanece sentado.

Cardiotocografia: exame não invasivo de avaliação do bem-estar fetal. Consiste no registro gráfico da frequência cardíaca do bebê e das contrações uterinas. É classificada em cardiotocografia anteparto (feita antes do início do trabalho de parto) e intraparto (quando realizada durante o trabalho de parto).

Colostro: primeira secreção da mama, que desce nos dias logo após o parto e é rica em proteínas, sais minerais e anticorpos, sendo muito importante para a proteção do bebê contra infecções.

Coto umbilical: pedaço que fica no umbigo do bebê depois que o cordão umbilical é cortado. Tem quase 3 cm e, após cerca de 15 dias, seca e cai.

Cueiro: o objeto que leva esse nome estranho tem a mesma função de uma manta, é de flanela e serve para enrolar a criança. Não é mais tão comum hoje em dia.

DPP: sigla para data provável do parto. Serve para os médicos terem uma ideia de quando o bebê vai nascer. Para calcular a data prevista para o parto, basta saber qual foi o 1º dia do último ciclo menstrual e acrescentar 7 dias e nove meses. Sendo assim, caso a data da última menstruação tenha sido, por exemplo, no dia 12 de setembro, o bebê deve nascer no dia 19 de junho.

Episiotomia: corte no períneo com intuito de aumentar o canal vaginal e facilitar a saída do bebê no parto.

Icterícia: comum em recém-nascidos, é causada pelo excesso de bilirrubina (substância produzida durante o processamento de glóbulo vermelhos que não são mais úteis) no sangue. É caracterizada por pele e olhos amarelados e, em casos mais graves, é tratada com banhos de luz e fototerapia.

Mecônio: fezes dos primeiros dias de vida do bebê. Tem uma cor muito escura e é pegajoso.

Ocitocina: hormônio que auxilia na contração do útero durante o parto e estimula a liberação do colostro. Depois ela continua sendo produzida para a amamentação e para a recuperação do útero.

Peridural: anestesia que pode ser usada durante o parto normal, em que a agulha é aplicada na lombar e fica ligada a um cateter por onde entra o anestésico. Ela evita a dor, mas não tira a sensibilidade, permitindo que a mulher participe ativamente do nascimento.

Pré-eclâmpsia: uma das doenças mais sérias da gravidez é caracterizada por aumento da pressão arterial, inchaço no corpo e perda de proteínas pela urina. Nos casos graves pode evoluir para a eclâmpsia, em que a mãe sofre convulsões e seu cérebro é afetado. Pode levar à morte.

Puerpério: é só outro nome para o pós-parto. Dura 45 dias.

 

Raquidiana: anestesia de aplicação única na lombar. Mais potente que a peridural, é utilizada em cesáreas, em que a participação ativa da mulher não é necessária.

Sexagem fetal: exame de sangue para identificar o sexo do bebê e que pode ser realizado entre a oitava e nona semana de gestação. Ele detecta a presença do cromossomo Y no sangue da mãe.

Teste de bilirrubina: analisa a quantidade desta substância (produzida quando o fígado decompõe os glóbulos vermelhos) no sangue dos recém-nascidos, com o objetivo de diagnosticar a icterícia.

Translucência nucal: exame feito por meio de ultrassom para detectar o risco do feto ter síndrome de Down. Deve ser realizado entre a 11ª e a 14ª semana de gestação.

 

Lembrem-se. A melhor forma de tirar as dúvidas e compreender cada um desses termos é conversar com o seu médico. Um bom pré-natal com um obstetra é a melhor forma de se preparar para o parto.

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